Recebi do meu amigo Toninho o texto abaixo e resolvi compartilhar aqui no blog por dois motivos: primeiro porque descreve uma bela filosofia de vida; e segundo porque prova que até mesmo um antropólogo que, supostamente seria uma pessoa mais "estudada", pode se mostrar uma completa besta, mantendo-se impermeável aos ensinamentos que um estilo de vida diferente do seu poderia lhe proporcionar. Não sei se a história é verdadeira ou não, mas mesmo que seja apenas uma fábula, vale refletir.
"Um antropólogo ao terminar seus estudos sobre os usos e costumes de uma tribo africana, resolveu, propor a seguinte brincadeira: montou uma cesta repleta de doces e guloseimas e colocou debaixo de uma árvore. Chamou então as crianças e combinou que, ao seu sinal, deveriam correr até o cesto e aquela que chegasse primeiro ganharia todos os doces que lá estavam. As crianças se posicionaram e, quando ele disse "já!", deram-se as mãos e saíram correndo em direção à árvore onde estava o tal cesto, chegando todas ao mesmo tempo e dividindo os doces entre si, felizes. O tal antropólogo -- cuja "ficha" ainda não havia caído -- perguntou-lhes por que tinham ido todas juntas se a regra era que somente uma delas poderia ficar com os doces. Ao que as crianças responderam: "Ubuntu. Como uma de nós poderia ficar feliz se todas as outras estivessem tristes?"
Segundo a Wikipedia, a palavra Ubuntu é um termo Bantu para a filosofia tradicional Africana que foca nas alianças e relacionamento das pessoas umas com as outras.
Ubuntu significa: "Sou quem sou, porque somos todos nós!" ou, em Inglês: "I am what I am because of who we all are." que, na minha tradução entendo assim: "Sou o que sou por causa daquilo que somos".