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08 julho 2011

Diário Visual (e Musical): Primeiros Dias de Julho.

Som na caixa, DJ! 
(Essa música é sempre a primeira na minha set list para correr)
John Legend e Andre 3000 - Green light
LadyBike na Galeria Ouro Fino. Fui na Virgin Again, ver luvas.
E o rei da amarração continua amarrando seus cartazes por aí.
Reunião na Nespresso dos Jardins, super bike-friendly!
Detalhe da mesa com a minha cor favorita para gérberas.
LadyBike causando nos Jardins, pheeeeeeeena!
"Land of the free, home of the brave". Right on, man!
Subi de bike: a rua Augusta.
Vi de bike:. a fonte do Ibirapuera.
Passei de bike: pelo centro de São Paulo com o CAB.
Passei de bike: pelo viaduto Santa Efigênia.
Passei de bike: pela avenida Sumaré.
Nessa padoca super bike-friendly tomei um café da manhã 5 estrelas...
...antes de buscar o kit para a corrida do dia seguinte...
... o Circuito das Estações Adidas, etapa Inverno: 10k em 1h12. Nada mal!
Medalha, medalha, medalha! Mais uma para a coleção. :-D
Vi de bike: a pata-de-vaca em flor (Bauhinia forficata).
Vi de bike: uma chapéu que também é uma mesa.
Vi de bike: uma antena gay-friendly.
Vi de bike: que o Mussum é forévis!
Vi de bike: a noite tingida de lilás.
Pequenos prazeres: o melhor (e mais bonito) chocolate quente que eu já tomei (do Vanilla Café, no Itaim).
Inverno delícia: pedalar com frio é bem melhor (e mais chique)! ;)
Vi de bike: um palacete para bailes na rua Guaicurus, Lapa.
Morceguinha: LadyBike descansa no bicicletário do SENAC Lapa.
A fachada do SENAC grafitada pelo talentoso Ramon Martins.
Vi de bike: muita gente para uma só cadeira.

20 março 2011

Domingão-Delícia!

Nada de domingão do Faustão por aqui, caros leitores. Acordei às 6h00 da matina empolgadaça com mais um desafio: correr os 10km do Circuito das Estações Adidas.
Apesar de ter penado na semana que passou -- tive uma baita gripe que durou de domingo a quarta, e só pude treinar quinta, sexta e sábado -- minha empolgação estava a milhão.
Mas, apesar de toda essa empolgação, eu duvidava de mim. Faltando apenas alguns segundos para a largada, eu pensava "será que eu consigo correr os 10k?". Mesmo depois de já ter feito alguns treinos correndo essa distância (e uma prova, a do Circuito Vênus no dia 27 de fevereiro) sem muita dificuldade, eu duvidava. Eu não sei bem porque, mas sempre acho que não vou conseguir. Pode ser falta de autoestima ou algo assim, mas a verdade é que essa desconfiança funciona como um "pago pra ver" na minha cabeça e, mesmo estando acabadaça, recém-saída de uma gripe (que me levou para a cama por quase 3 dias), com o tempo chuvoso, o frio e a preguiça... eu fui correr!
E, mais uma vez, não estava sozinha: minha fiel companheira de treinos, a Eliana, estava lá, firme e forte, pronta para mais encarar mais um desafio.
Fomos a pé até o estádio do Pacaembu, de onde seria dada a largada, conversando alegremente com mais uma corredora que encontramos pelo caminho. Chegando lá, vimos que muita gente acordou cedo hoje, minha gente! A praça Charles Müller estava apinhada de corredores profissionais e amadores, todos loucos para correr.
Eu acho que o grande barato de qualquer atividade física é desafiar-se. Eu nem ligo se alguém está correndo mais rápido que eu ou pedalando melhor que eu. Meu negócio é me superar. Gosto de ouvir a briga que rola entre meu demônio e meu anjo internos: "você vai amarelar!", "que nada, vai lá que você consegue!", sabem como é? Isso vale para muitas outras coisas na minha vida. Coisas importantes e coisas sem muita importância. Isso acontece na hora de pegar um novo trabalho, na hora de enfrentar um percurso difícil com a LadyBike, na hora de enfrentar um desafio profissional ou pessoal, na hora de conquistar o gatão mais tchan-ran da festa e até na hora de criar meu filho. Primeiro, eu duvido. Depois, eu pago pra ver. E, finalmente, eu vou lá e ganho a parada. Podem me chamar de marrenta, mas é assim que eu funciono.
Beijokas da Fernanda.
Eu e Eliana antes da prova. Os "chapéus brancos" bem que podiam ter ficado de fora da foto, né?
Meu número de peito não tinha 44 (meu número da sorte) como das outras vezes. Foi o que bastou para deixar minha superstição em estado de alerta.
Ao final da prova, já com as medalhas no peito e a sensação boa de ter me superado. Mas foi difícil...
Tem sempre um "papagaio de pirata" de plantão, né?
Voltando a pé para casa, vi algumas coisas bonitas, como essa árvore carregadinha de pequenos frutos cor de laranja. Pena que estava só com o celular, pois a câmera dele não é muito boa e as cores ficaram meio "desmaiadas".
Azul, verde e marrom.
Azul, verde e cinza.
Dê a descarga.
Graffittis do meu amigo Onesto acima e abaixo.

31 janeiro 2011

Sexta, Sábado & Domingo.

Minha agenda de sexta-feira: terapia às 12h (transferida por causa do feriado na terça) e depois, uma tarde toda livre, leve e solta. O que fazer? "Bora pro cinema"!
Eu poderia ir ao cinema todos os dias e mesmo assim, não enjoaria de tal programa, sabiam? Meu amor pela sétima arte é antigo e desde muito cedo vou ao cinema - e, devo confessar - prefiro ir sozinha!
Comecei frequentando as sessões do Cine Brasília, que ficava nos fundos do prédio onde eu morava em Brasília, na SQS 106. Naquela época, era um filme por dia, e só filme de arte. Então eu, com meus 14, 15 anos, assistia Polanski, Antonioni, Bergman, Saura, Fellini... Minha estatura e corpão de mulher não deixavam dúvidas sobre a minha "maioridade" e os porteiros estavam tão acostumados a me ver sempre por ali, que jamais questionaram. E olha que isso era na época do regime militar, da censura... é, meus caros, eu sou bem vintage mesmo!
Claro que muita coisa dos enredos me escapava por pura falta de vivência, mas esse período foi extremamente importante na minha formação e definiu minha personalidade cinéfila.
Não pensem que, por isso, eu desprezo o cinema made in Hollywood. Nada disso, muito pelo contrário. Adoro! Meu gosto é bastante eclético e topo qualquer gênero, menos filmes de guerra e terror (que acho muito chatos).
Depois do advento do videocassete e mais tarde do DVD, passei a selecionar os filmes que vejo no cinema e aqueles que deixo para ver em casa, como a maioria das pessoas.
Os para ver em casa são aqueles do tipo "pipoca": comédias românticas, aventuras, ou seja, "entertainment". Os que vejo no cinema são aqueles dos meus diretores favoritos, que têm os atores e atrizes que admiro ou ainda aqueles que me despertaram a curiosidade a tal ponto, que dificilmente conseguiria esperar alguns meses para ver em casa. Sim, alguns meses, pois sou bem old school quando se trata disso. Não faço download de filmes e não compro DVD fajuto, acho um absurdo. Principalmente sendo eu também uma artista e tendo nos direitos autorais a fonte do meu sustento. Sou contra e fico na maior marra quando algum amigo me chama para uma pirataria.
Mas enfim, depois de um gostoso almoço num dos meus restaurantes japoneses favoritos (que eu não frequentava há tanto tempo que até mudou de nome e eu não sabia...) fui com minha LadyBike para o Shopping Bourbon Pompéia para ver o que estava passando nas salas de lá. Optei por "Além da Vida" dirigido pelo Clint Eastwood. Gostei. Se for comparar com "Biutiful" que vi na quinta-feira, perde feio, mas é um bom filme. O problema é que a cena inicial é tão forte que o resto do filme fica modorrento depois dela. Nada, em nenhum momento, consegue superar a descarga de adrenalina que a sequência inicial promove. Mas adorei a elegância discreta da francesa Cécile de France, com seus cabelinhos curtos e revoltos e sua silhueta esguia. Eu dava um braço para ter 50% do charme que ela demonstra sem a menor dificuldade ou afetação. Humpf...
Quando saí do cinema, a noite estava tão deliciosa que fiquei enrolando para chegar em casa. Vim bem devagarinho pela ciclovia da Sumaré, subi e desci a minha rua, tudo para adiar ao máximo ter que entrar no apartamento e abandonar aquela noite fresca e perfumada. Mas já eram mais de 21h e no dia seguinte eu iria acordar cedo para pedalar na USP com o pessoal do Olavo Bikers.
E o sábado foi um lindo dia de sol. E eu pedalei, gargalhei e me diverti com meus amigos. Depois, mais à noitinha, ainda tive fôlego para correr 6 km com a minha vizinha, Eliana, na Avenida Sumaré. Estamos empolgadas com a proximidade de mais duas provas nas quais nos inscrevemos para tentar fazer 10 km: o Circuito Vênus em 27 de fevereiro e o Circuito das Estações Adidas em 20 de março. Dedos cruzados, muita força de vontade e vamos que vamos!
Beijokas da Fernanda.

P.S.: Domingo fui pedalar com Olavo Bikers de novo e desta vez, levei um amigo que, pelo jeito, já se apaixonou pelo grupo também. Bem-vindo ao clube, Maurício! ;D

Meu limão, meu limoeiro: inspiração para o look green-chic.
Depois da terapia, almoço: esse restaurante chamava-se Yoko...
... agora é Sushi Bol. Mas fora a troca de nome, nada mudou...
...as porções continuam generosas (e deliciosas) e o precinho bem acessível.
Como diz minha mãe: "comi até ficar triste", hehehe.
Da janela eu fiquei vigiando a LadyBike, estacionada na rua.
Shopping Bourbon Pompéia, aqui nos tens de regresso.
Na saída, um céu lindo, noite agradável, perfumes deliciosos no ar.
Sabadão, 9h da manhã e sol escaldante. Bora pra USP pedalar com Olavo Bikers!
A turminha esperando o líder chegar.
Uma cena comum nos encontros: muitas gargalhadas. O Zé Augusto (à esquerda) demorou para entender a piada, hehehe.
Gilda faz pose de séria com sua água tônica diet. A-hã, sei... hehehe.